Sobre o ser e existir

Se o ser humano ficar estagnado, perderá sua energia.
Se não se renovar ou não acrescentar mais conhecimentos à sua alma, deixará de cumprir seu compromisso consigo mesmo e com o criador e permanecerá estacionário.

“Não é só a religião que expressa plenamente a realidade de Deus.”
Há uma dimensão mística na existência humana?
Se o mundo está pleno de significados ainda não colocados, e se nós realmente interagimos com uma inteligência incorpórea?
Essa talvez seja a maior questão filosófica da era do materialismo científico.
E se os clamores das religiões do mundo forem de fato verdadeiras? O que seria então da história? É possível examinar a criação à luz do criacionismo, sem que isso seja prontamente descartado como absurdo pelos cientistas?
E se outros grandes clamores também forem verdadeiros?
Será que Joana D’arc realmente derrotou os exércitos ingleses sob a orientação de anjos?
Claro que não é possível provar cientificamente os eventos extraordinários, mas será possível tecê-los em uma narrativa histórica com uma explicação coerente do mundo que se contraponha à explicação cientificamente correta e convencional?
Será possível construir uma narrativa significadora à partir de intervenções angelicais de visões místicas e de experiências sobrenaturais – O lixo descartado por historiadores?
É possível, seguir os mesmos padrões no mundo atual? Os grandes seres espirituais ainda intervêm de maneira decisiva como intervieram na vida de Joana D’arc e Moisés?
Além de vivermos na interseção do plano mental com o plano físico, transitamos de um plano para o outro.
O que é mais real? – A mente ou a matéria?
Considerando esse pensamento, estamos aqui porque o universo nos fez do jeito que somos ou o universo é do jeito que é porque tem como objetivo nos criar?
A mente é o principal constituinte do universo? Os fundamentos das leis morais são tecidos pelo próprio universo ou nós que inventamos?
Argumentar é diferente de não crer. Até porque atualmente nada se é dito ou estudado.
O ser humano está vazio e vago, dentro de padrões e dogmas religiosos, sem aprender o verdadeiro sentido da energia divina, sem rumo, sem fé. Morto e opaco em essência.
O popular não sabe falar de Deus sem o definir como algo, quando ele não é coisa alguma e tudo ao mesmo tempo.

 

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